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Zine Encosto #2

O diabo como uma invenção do cristianismo, que por sua vez é uma propaganda romana de extrema utilidade para governos e demais interessados em oprimir e reprimir indivíduos e povos, foi o ponto que tomei como partida para realizar este trabalho.
Esta livre interpretação do que seria o diabo foi desenvolvida para a publicação Encosto #2, organizada e produzida de forma independente por Marcio Sno e lançada em dezembro/2017.



Detalhes



Publicado em 11/03/2018

Livro Aberto (Open): Fiteiro Cultural

Em 2004, junto a Raimo Benedetti, participei do projeto Fiteiro Cultural de Fabiana de Barros, uma obra aberta a participação de artistas e público. Na ocasião realizamos vivências de graffiti e vídeo na Tamarutaca, quebrada de Santo André (SP).
Neste 2017 foi lançada a segunda edição (revista e ampliada) do livro Aberto Open: Fiteiro Cultural, um registro desta intervenção artística coletiva que percorreu várias cidades do mundo.
Aqui algumas imagens do livro e das vivências do projeto.


Publicado em 03/07/2017

Jornal Voz das Comunidades

O jornal de circulação nacional Voz das Comunidades, em sua edição de n° 28, publicou foto e relato de minha experiência no Cumbe, em Aracati (CE). Abaixo segue a imagem com a matéria e em seguida o texto para melhor leitura:
 

Um lugar lindo com rio e mar, mangue e dunas, que até sítio arqueológico tem. Assim eu apresento rapidamente o Cumbe, onde estive por algumas vezes entre dezembro e fevereiro de 2015/16.Chego por lá num momento de festa, a II Festa do Mangue. Festejo onde se percorre o território para entender as práticas tradicionais, e assim afirmar a identidade desta comunidade reconhecida como quilombola. Aliás, Cumbe em alguns países latino americanos significa quilombo e este, por sua vez, sempre esteve associado à luta e resistência.

Aracati é nome de vento, aquele que sobe contra o curso natural das águas do Jaguaribe, soprando forte pelo sertão adentro do Ceará, levando frescor de mar, mexendo com o real e imaginário de quem à margem do rio está. Aracati também é o nome do munícipio de onde parte a Estrada da Canavieira, que nas visitas seguintes me levou ao Cumbe após 10 km de pedaladas em estrada carroçal, por entre criadouros de camarãovigiados dia e noite como ouro de tolo. É a carcinicultura, técnica de criação de camarões em viveiros, que destrói o manguezal com toda sua biodiversidade e funções ecológicas, criando ameaças ambientais, culturais e socioeconômicas à comunidade tradicional. Esta mesma indústria do camarão também ameaça contaminar os lençóis freáticos da região, que de tão abundantes em água doce, pude presenciar um poço artesiano cavado na praia a poucos metros do mar.

É pra chegar nesta praia, que por toda a parte se avista também os monumentais cata-ventos. Bonitos e simbólicos, que pela forma poderiam ser arte, se o conteúdo não favorecesse aos covardes. A empresa de energia eólica, sob o disfarce de Bons Ventos, privatiza as dunas bloqueando caminhos e territórios tradicionais da população local, gerando energia que amplia contas bancárias já estufadas ao longo da história mal contada do Brasil. Não cumpre as promessas de melhorias sociais na região, feitas aos moradores após tantos transtornos no cotidiano destes,nem os contempla com a tal energia gerada, mesmo com torres e fios de alta tensão passando sobre suas moradias.

Eu que acho cata-vento bonito, mas horrível a covardia dos opulentos, me admirei mesmo foi com os artesanais, estes feitos das carnaúbas que estão por toda parte e que também encantam pela forma com que trazem água do rico subsolo para dar de beber as pessoas, animais e plantas. É com um destes dentro do quintal que se água uma grande horta na casa do João, o João do Cumbe, onde ao caminhar pela tão variada plantação de legumes e verduras, chega-se aos fundos do quintal com a duna se apropriando do terreno. Sobre ela se avista outras mais, com a areia sempre correndo baixo de um vento que sopra constantemente, expondo uns e cobrindo outros locais onde se preservaram evidências de atividades do passado histórico. São fragmentos de cerâmicas e pedras utilizadas como ferramentas pelos antepassados que viveram ali, fazendo deste lugar um sítio arqueológico.

Isto que eu conto aqui é uma tomada de conhecimento que se dá principalmente através da vivência na comunidade, já que sentir vai além de saber. Acompanhando a cata do caranguejo ou a pesca de arrasto no mar com Ronaldo, Reginaldo e outros pescadores, subindo e descendo rio com Carlinhos e Cristiano, caminhando pelas dunas com João, pedalando com Tiana e Victor, proseando com Dandina e as Donas Zuíla e Raimunda, uma visita e outra vizinha da Maré, é que se aprende mais sobre o Cumbe. Assim sentimos a intensidade do nosso povo, com suas belezas e a urgência da luta contra os intrusos do mangue e das dunas.

A Maré que cito aqui é das Artes. Casa Maré das Artes, sempre cheia de crianças, é o espaço cultural independente mantido por Titi, Mari e Ton, que somam nesta resistência com os moradores e que no Cumbe me permitiu uma breve residência. A ponte que me proporcionou conhecer outros visitantes, conviver com os nativos e a partir disso elaborar uma pintura realizada no muro em demolição onde se prepara terreno para erguer o Museu Arqueológico. Nesta intervenção efêmera está o caranguejo, símbolo do mangue, com o ideograma africano Akoben pairando sobre sua cabeça (Akoben: chifre da guerra, simboliza a vigilância) que alguns moradores locais nomearam a pintura como “o caranguejo guerreiro pronto pra guerra”.

Que Palmares e Ambrósio, como símbolos quilombolas históricos,também pairem sobre nossas cabeças fortalecendo a resistência atual.

Emol

Abril/2016




Postagem em 12/01/2017

Catálogo da Semana do Graffiti de Fortaleza - CE

Em setembro de 2013, aconteceu o lançamento do catálogo da Semana do Graffiti de Fortaleza. Trata-se de um registro em imagens e textos do ocorrido em abril do mesmo ano, que contou com participantes locais e dois convidados interestaduais; Arem e eu. No mesmo, foi publicado uma entrevista comigo que segue na íntegra abaixo:

Vocês produzem em Recife e SP. Com este olhar 'estrangeiro', o que deu pra notar da cena? como está o graffiti em Fortaleza (qualidade, técnica, organização)?
Difícil dizer sobre a cena do graffiti em uma cidade permanecendo apenas 8 dias na mesma, principalmente tratando-se de um evento com programação intensa. Digo isso porque acredito que a cena se mede por trabalhos na rua, não por eventos. Nas ruas o que pude ver e destaco é a pixação (com “x” mesmo, como escrevemos na rua) muito presente nos diversos espaços da cidade e com característica particular.
Tratando desta pratica dentro da semana de graffiti de fortaleza, percebo que há uma boa diversidade; alguns desenvolvendo o graffiti tradicional com seus distintos estilos de escrita e outros que desenvolvem um trabalho autoral inovando em formas e técnicas.

Fale um pouco do início da jornada no graffiti (ano que começou, motivação inicial, por que o graffiti).
Por volta de 1997-98 eu viajava com torcida organizada para ver jogos de futebol em diversos estádios brasileiros. Nestes, eu via muita pixação e despertei o interesse em marcar os lugares por onde eu passava. Mas logo em seguida observei os Throw Up (estilo de escrita) nas ruas de SP e me agradei mais desta forma, sendo o que em seguida comecei a fazer. Em 2000, comecei a frequentar oficinas culturais na Casa do Hip Hop Diadema, local onde ao mesmo tempo em que eu aprendia técnicas e a cultura do graffiti, participava de grupos de estudos e produção cultural.
Inicialmente acreditei no graffiti como forma de protesto, em seguida o fazia como vaidade, “carimbo de ego” em busca de reconhecimento. Hoje acredito na arte, em especial arte de rua, como mecanismo de compreensão, reflexão e indagação sobre o que somos e onde vivemos.

Para vocês, o que eventos como a I Semana do Graffiti significam para as cenas locais?
Existem diversos pontos de vista, dos mais simples aos mais críticos. Pode ser o momento de juntar pessoas, confraternizar, fazer novas amizades. Ou incentivo pra quem ta começando por ser um bom momento pra conhecer técnicas e saber quem são os responsáveis pelas imagens que estão na rua. Também serve para alterar o visual de uma grande área em pouco tempo sem pagar os devidos cachês por isso.
Hoje, penso que o movimento graffiti necessita de eventos focados em troca de ideias e financiamento para grandes projetos serem realizados. Ou seja, criar momentos e grupos para estudar não só o conteúdo do que produzimos, o espaço público, as relações sociais, mas também proporcionar aos artistas com trabalhos bem desenvolvidos estrutura material e financeira para seus projetos.

Para vocês, o que diferencia o graffiti das artes que estão nos museus?
Graffiti só se caracteriza como tal estando na rua. Ele é produzido de forma totalmente livre por quem o faz, por mais abstrata que tal liberdade seja. Não se submete a leis, nem a aprovação de instituições. Ele é reflexo da vontade, capacidade e disposição de seu autor em correr os riscos ou não pra realizar sua obra a sua maneira.
Há algum tempo o graffiti passa por um processo de domesticação, induzido a ser uma prática que só se caracteriza pela autorização de sua feitura, pelo enquadramento em certas regras, o que já se aproxima de instituições de arte. Mas a pixação, que considero uma forma de graffiti, é um exemplo que nem todos leões viram gatinhos adestrados.
O graffiti estando em via pública é acessível pra qualquer pessoa que transite por tal local. As artes dentro de um museu estão em uma instituição que parece ter uma catraca invisível dificultando a entrada da maioria da população, embora muitos não cobrem ingresso. Para discutir os “porques” disso entraríamos em outros assuntos como educação e aphartaid social.
Então, no Brasil, o graffiti pode até não ser a obra negada pelas instituições de arte, mas é a obra cujo ao autor, em sua maioria, foi negada condição digna de vida pra se desenvolver como ser humano produtor de conhecimento e de quem não se espera uma “grande arte”.

Existe o profissional do graffiti? quem ganha dinheiro com isso? ou isso não é o foco principal do artista? (arte x mercado)
Se graffiti ainda é crime, os profissionais dele seriam criminosos.
Tanto eu, como a maioria das pessoas que conheço não iniciou-se no graffiti pensando em ganhar dinheiro com isso. Creio que o graffiti é o atrativo inicial pras artes em locais que a educação pública não cumpre este papel. Daí ele impulsiona a chegarmos a outros conhecimentos que podem nos levar a uma profissão como arte educador, ilustrador, designer, artista com trabalho para galerias etc. Por outro lado, graffiti pode ser apenas uma diversão, o “futebol de fim de semana” onde um profissional de outra área descontraí só ou com amigos.

Entrando nessa seara, o grafiteiro é um artista?
Pra definir artista seria necessário definir arte e para definir grafiteiro seria necessário definir graffiti, o que torna complicado falar sobre isso. Dentro do movimento do graffiti, pra quem é adepto de certos estilos, existe até um preconceito com a palavra “artista”, tendo ela como forma pejorativa. Por outro lado esta definição pode soar como reconhecimento do trabalho para outros.

Existe um 'estilo próprio' do graffiti de Fortaleza? Há algum destaque local que vocês queriam comentar (que tenha chamado a atenção de vocês pela técnica, qualidade, etc)?
A pixação de Fortaleza tem suas particularidades, mas circulei pouco pra comentar mais sobre o assunto.





Publicado em 13/08/2014

Antologia e Coletânea Perifatividade 2

Tem atividade na periferia e perifa na atividade. A margem na qualidade de ativa; Perifatividade, viva! Multiplicidade de trabalhos e ideias de nossa gente. Prontidão. Elementos que formam multidão.Na contra mão dos comerciais, a cultura que vem dos conjuntos habitacionais. Das vielas, ladeiras e escadarias, fazendo o que nenhum PC Farias. Trazendo o livro como alimento pra um povo empanturrado de massa.
Antologia volume 2 é a refeição da vez. Saudável. Preparada lá no fundo. No fundo não, no Fundão (do Ipiranga e do coração). Nesta periferia também com bares aos milhares, há um sereno que tem mais que remédio e veneno. No Bar do Boné tem literatura como principal porção. Porção que sustenta a evolução da mente humana que profana contra os deuses da ignorância. Sustância.
No Bar do Boné a Perifatividade é Sarau. "Social, político, racional, racial". É organização. É ousar propor contra a dor da injustiça que fere a cada pedido de paz que não admitimos. Pois somos de guerra e agora atiramos também com prosas e poesias. Afinal, “en la lucha de clases todas las armas son buenas; piedras, noches, poemas”.


Abaixo segue flyer, imagens do livro por Thomas Losada e meu poema publicado


Doce Infância


O tempo 
Tinha cheiro de brinquedo novo

Descoberto a cada dia
Como figurinha em envelope
Apenas preenchia a vida
E a alegria
Reluzia como pão doce

Sem força pra carregar 
Peso na consciência
Nem polícia pra prender
Ladrões de sorrisos
Disparando gritos de inocência
A meninice era tudo que quisesse
Maradona se três dentro fosse
Tafarel se três fora desse

Era compositor de gererê
Piloto de capucheta
No chão o palavrão
Escrito com vareta

O balão era mágico
E os sonhos
Como bolas de sabão
Bailavam no ar

Namoro era fácil
No meu olhar
Sem ela sequer saber
E sem beijo
Porque gostoso mesmo
Era doce de leite com queijo




* Postado em 15/03/2013

Poema na Laboratório de Poéticas

Mais como exercício de criatividade do que com a pretensão de ser poeta, as vezes me arrisco a escrever alguns poemas. Dentre estes, um foi publicado recentemente na 9ª edição da Laboratório de Poéticas,  revista impressa e digital que trata da diversidade cultural na cidade de Diadema e também faz diálogos com "outras margens" no país e exterior.
Abaixo segue a capa da mesma e o poema publicado:


Vida Maria

Gira terra, mundo seco
Vida Maria gira
Menina José, moça Aparecida
Mulher de Lourdes, senhora das Graças
E o tempo passa
A pele de uva passa
Roda viva gigante roda
Leva traços de desenhar futuro
Em goles amargos de angustia.

Lata na cabeça, peso na mente
Soca pilão, planta semente
Nasce o sol, escorre o sal
Espera chuva, espera filho, espera.
Espera, espera, espera.

Esperanças pedem a benção
Pra chegar, pra sair, pra dormir
E sonham.
E no sonho se vão, um a um
Como destino catando feijão
Sobre as vidas secas do desertão.

Vão pintar a sina sem esboço
Numa paleta de cor-agem,
Incertezas e saudades
E as Marias à espera de milagres.

Trespass - Uncommissioned Urban Art (calendário)

No fim do ano passado foi publicado pela editora Taschen em parceria com Wooster Collective, o calendário 2012 sob o título Trespass - Uncommissioned Urban Art (Transgressão - Arte Urbana Não Encomendada), contendo imagens de trabalhos de diversos artistas do mundo. Segue abaixo algumas imagens do mesmo no qual participo:
 
 

SubSolo; Ruas do Abc 2 - Publicação

Dia 11 passado, foi lançado em São Bernardo - SP, a edição número 2 da publicação independente realizada pelo Studio 13. O SubSolo, com suas 88 páginas, contém uma matéria sobre "a história do punk no Abc" e duas entrevistas com quem contribuiu e contribui com a cena do graffiti e pixação na região.
A idéia é conferir pessoalmente e como diz o editorial da publicação; "que cada um tire suas próprias conclusões".


Street Art - Livro

Street Art; the best urban art from around the world é o mais recente livro da série que inclui Graffiti Planet e Graffiti Planet 2, compilado por Ket e publicado pela Michael O`Mara Books. O livro contém imagens de arte de rua de diversas partes do mundo, subdivididos nas categorias estêncil, pintura e poster.
Outras informações no site da editora.



Nuevo Mundo: Latin American Street Art - Livro

Editado por Maximiliano Ruiz e publicado por Gestalten, o livro Nuevo Mundo: Latin American Street Art, foi lançado em abril deste ano contendo um registro da arte de rua na América Latina.
Para maiores informações, inclusive de como adquirir o seu exemplar visite o site Suben.   




A Força da Palavra

Publicação independente que além de registrar alguns Throw Up que fiz nas ruas de Salvador - Bahia em 2010 como parte do projeto homônimo, traz textos provocativos sobre o poder da palavra e consequentemente do Graffiti como impulsionador de reflexões e ações através de uma comunicação mais direta com o público em geral, para além dos códigos de grupo dos protagonistas desta prática de rua.
Este material também capta através da fotografia um pouco da ambiência urbana soteropolitana, contextualizando assim as intervenções.

Ficha Técnica:
24 páginas
Formato: 10,5 x 15 cm
Capa e Miolo (1ª tiragem): Papel Couché Brilhante 230 g/m² - Cores // Papel Sulfite 75 g/m² - Fotocópia - PB
Capa e Miolo (2ª tiragem): Papel Couché Brilhante 180 g/m² - Cores // Papel Sulfite 90 g/m² - Impressão a Laser - PB
Acabamento: Brochura Costurado
Ano: 2010/2011
Idioma: Português
Tiragem: Aproximadamente 200 exemplares

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Abaixo é possível conferir algumas imagens do processo de feitura do projeto:

Pintando...












Diagramando...


Montando...

Costurando...


Produto Final


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Agradecimentos
Julio Costa, Questão, Sistak, Finho, Cena7, Pati Lima e Thais Muniz



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Catálogo Entre(Outros) - Mais Soma

Amanhã dia 13 de Novembro a partir das 19 hs acontece o lançamento do catálogo Entre(Outros) produzido pela +Soma apresentando o trabalho de 21 artistas, no qual eu também participo;
Local; Espaço +Soma - Rua Fidalga 98 - Vila Madalena - SP
A seguir imagens do Livro;

Revista Laboratório de Poéticas - Diadema, SP - 2008

Capa, ilustrações e texto para a edição 4 da revista Laboratório de Poéticas; Antenas e Raízes, que trata da diversidade cultural na cidade de Diadema, em São Paulo. A revista foi lançada em versão digital e impressa, com tiragem de 2000 exemplares e distribuição gratuita. Além da capa e das aproximadamente 20 imagens ilustrando o conteúdo da revista, participei também elaborando um texto contando uma história do DJ como linguagem do Hip Hop.


Capa frontal

Capa traseira






Publicado em 11/05/2020